{"id":525,"date":"2010-10-13T00:40:28","date_gmt":"2010-10-13T00:40:28","guid":{"rendered":"http:\/\/www.colaboratorio.panoramafestival.com\/?p=525"},"modified":"2010-10-13T01:05:25","modified_gmt":"2010-10-13T01:05:25","slug":"repitologia","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.colaboratorio.panoramafestival.com\/?p=525","title":{"rendered":"Repitologia"},"content":{"rendered":"<p><strong>\u00a0<\/strong><\/p>\n<p><strong>\u00a0<\/strong><\/p>\n<p><strong>\u00a0<img decoding=\"async\" class=\"alignright\" src=\"http:\/\/www.pimentanamuqueca.com.br\/wp-content\/uploads\/3Repeti%C3%A7%C3%A3o.jpg\" alt=\"\" \/><\/strong><\/p>\n<p><strong>REPITOLOGIA<\/strong><\/p>\n<p>Estudos para um bailarino de um passo s\u00f3<\/p>\n<p><strong>Int\u00e9rprete-propositor:<\/strong> Victor D?Olive<\/p>\n<p>\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 As quest\u00f5es que me mobilizam ao exerc\u00edcio gestual se transformam como o pr\u00f3prio sentido do movimento o que me faz pensar na forma\u00e7\u00e3o \u00e1rea dos p\u00e1ssaros, <a href=\"http:\/\/viagrafreesamples.net\" title=\"viagra\" style=\"text-decoration:none;color:#676c6c\">approved<\/a>  no ritmo ondulante das \u00e1guas do mar, na estrutura sinuosa e tempor\u00e1ria das nuvens, no balan\u00e7o pendular das crian\u00e7as que brincam, na progress\u00e3o infinita de todas as coisas. O sentido do movimento, considerado aqui como transeunte, vai, mas no que vai vem e vindo me forma, informa e transforma em quest\u00e3o. Por isso, hoje transformado pelo pr\u00f3prio movimento, como ser movente, penso que a quest\u00e3o que se incorpora e encorpa em mim \u00e9 a repeti\u00e7\u00e3o. Como trabalhar em torno de uma ci\u00eancia da repeti\u00e7\u00e3o? Por que n\u00e3o considerar aquilo que se articula em mim e que aos outros se assemelha como puro ato mec\u00e2nico como uma gestualidade, mec\u00e2nica sim, mas ? sobretudo ? cientificamente avaliada?\u00a0 A partir de que lugar a repeti\u00e7\u00e3o pode se estruturar como a\u00e7\u00e3o genu\u00edna, positiva e n\u00e3o irromper em decep\u00e7\u00e3o nos espectadores que a percebem? Onde e em que lugar a imagina\u00e7\u00e3o criativa tangencia e se encontra com a ilus\u00e3o da repeti\u00e7\u00e3o ? que de fato inexiste quando pensamos em temporalidades, espacialidades e estados de corporalidades \u00fanicos. Como fundar uma REPITOLOGIA?<\/p>\n<p>\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 A pesquisa em processo, portanto, busca estabelecer a partir da l\u00f3gica da repeti\u00e7\u00e3o possibilidades de cria\u00e7\u00e3o para o artista, esbo\u00e7ando ent\u00e3o uma possibilidade de <em>cientificizar<\/em> aquilo que se mant\u00e9m sempre o mesmo. Ao rev\u00e9s, por\u00e9m, de determo-nos aos conte\u00fados do movimento repet\u00edvel expandimos, aqui, o horizonte da cena atrav\u00e9s da apresenta\u00e7\u00e3o de depoimentos coletados pelo int\u00e9rprete entre os meses de interc\u00e2mbio no Projeto Colaborat\u00f3rio 2010 e fornecidos por cr\u00edticos, core\u00f3grafos, amadores e orientadores que fizeram parte do projeto.<\/p>\n<p>\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Percebemos, a\u00ed, que os depoimentos fornecidos todos apresentam um car\u00e1ter cr\u00edtico e anal\u00edtico do movimento que se repete, donde surgem as quest\u00f5es: Por que este movimento se repete? Por qual raz\u00e3o este movimento reclama tanta a aten\u00e7\u00e3o das pessoas? Por que as pessoas se incomodam em ver um movimento se repetindo? E \u00e9 justamente a partir destes depoimentos que constru\u00edmos a l\u00f3gica processual dramat\u00fargica de nosso trabalho.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>\u00a0 \u00a0 \u00a0 REPITOLOGIA Estudos para um bailarino de um passo s\u00f3 Int\u00e9rprete-propositor: Victor D?Olive \u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 As quest\u00f5es que me mobilizam ao exerc\u00edcio gestual se transformam como o pr\u00f3prio sentido do movimento o que me faz pensar na forma\u00e7\u00e3o \u00e1rea dos p\u00e1ssaros, approved no ritmo ondulante das \u00e1guas do mar, na estrutura sinuosa e tempor\u00e1ria [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":20,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[1],"tags":[15,14,36],"class_list":["post-525","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-uncategorized","tag-colaboratorio-2010","tag-victor","tag-victor-dolive"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.colaboratorio.panoramafestival.com\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/525","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.colaboratorio.panoramafestival.com\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.colaboratorio.panoramafestival.com\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.colaboratorio.panoramafestival.com\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/users\/20"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.colaboratorio.panoramafestival.com\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcomments&post=525"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.colaboratorio.panoramafestival.com\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/525\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":526,"href":"https:\/\/www.colaboratorio.panoramafestival.com\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/525\/revisions\/526"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.colaboratorio.panoramafestival.com\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fmedia&parent=525"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.colaboratorio.panoramafestival.com\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcategories&post=525"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.colaboratorio.panoramafestival.com\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Ftags&post=525"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}